Dor na fibromialgia está ligada a mudanças moleculares no cérebro

Pesquisadores da Universidade de Michigan descobriram uma relação chave entre dor e uma molécula específica do cérebro, uma descoberta que pode resultar em novos tratamentos para fibromialgia, uma dor comum porém incapacitante, com difícil tratamento.

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Em pacientes com fibromialgia, os pesquisadores descobriram que a dor diminuiu quando os níveis da molécula cerebral glutamato diminuiam. Os resultados deste estudo, que aparece na revista científica Arthritis and Rheumatism, podem ser úteis para pesquisadores à procura de novas drogas que tratam a fibromialgia, dizem os autores.

“Se esses achados forem replicados, investigadores podem realizar ensaios clínicos terapêuticos na fibromialgia que poderiam potencialmente usar glutamato como marcador da resposta da doença‘”, diz o autor Richard E. Harris, Ph.D., professor assistente de pesquisa na Divisão de Reumatologia no Departamento de Medicina Interna da Faculdade de Medicina University of Michigan e pesquisador no Centro dePesquisa de Fadiga e Dor Crônica do University of Michigan.

molécula de glutamato é um neurotransmissor, o que significa que transmite informações entre os neurônios do sistema nervoso. Quando o glutamato é liberado de um neurônio, difunde-se através do espaço entre as células (sinapse), vincula-se a receptores no próximo neurônio e faz com que a célula se tornar excitada, ou mais ativa.

Suspeitava-se que esta molécula desempenhava um papel na fibromialgia, porque estudos anteriores mostraram que algumas regiões do cérebro em pacientes com fibromialgia parecem ser altamente elevados. Uma dessas regiões é a insula.

Em estudos de ressonância magnética funcional (fMRI), pesquisadores da U-M tinham mostrado anteriormente que a insula exibe atividade aumentada na fibromialgia, o que significa que os neurônios nesses pacientes são mais activos nesta parte do cérebro. A hipótese da equipe do U-M , Harris observa, que mais atividade entre esses neurônios pode estar relacionada com o nível de glutamato nesta região.

fibromialgia estudo

Para medir a ligação entre a dor e glutamato, os pesquisadores usaram exames não invasivos de imagem cerebrais, chamado espectroscopia de ressonância magnética de prótons (H-MRS). H-MRS foi executada uma vez antes e depois de serem aplicadas 4 sessões de semanais de acupuntura ou acupuntura “sham”.

Pesquisadores usaram ou acupuntura ou acupuntura sham para reduzir os sintomas de dor. O procedimento sham envolvia o uso de um dispositivo afiado para picar a pele a fim de imitar as sensações de acupuntura real.

Após as quatro semanas de tratamento, a dor clínica e experimental relatados foram reduzidos significativamente.

Mais importantemente, a redução em ambos os resultados de dor foi vinculada com reduções nos níveis de glutamato na insula: os pacientes com maior redução de dor mostraram maiores reduções em glutamato. Isto sugere que o glutamato pode desempenhar um papel nesta doença e que potencialmente poderia ser usado como um biomarcador de severidade da doença.

Devido ao pequeno número de participantes neste estudo, mais pesquisas devem ser conduzidas para verificar o papel do glutamato na fibromialgia, diz Harris.

O autor sênior do estudo foi Daniel J. Clauw, M.D., diretor do centro de pesquisa da fadiga e dor crônica do U-M. Outros autores foram Richard H. Gracely, Ph.D. e He-Seong Kim, M.D., do U-M departamento de medicina interna; Pia C. Sundgren, M.D.,pH.d., Yuxi Pang, pH.d. e Myria Petrou, M.D., do U-M Departamento de Radiologia;Michael Hsu, MD, do departamento de medicina física e reabilitação; U-M e Samuel A. McLean, M.D., do Departamento de Medicina de emergência U-M.

O financiamento do estudo veio de uma bolsa do Departamento do Exército, o National Institutes of Health e NIH Centro Nacional para Medicina Complementar e Alternativa.

Terapia por ondas de choque

Terapia por ondas de choque, ou tratamento por ondas de choque, é um método que tem como finalidade tratar problemas ou doenças musculoesqueléticas. Abaixo você conhecerá mais detalhes sobre esta técnica, além das indicações e o funcionamento deste processo.

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Tratamento ortopédico

Esta é uma das mais novas modalidades de tratamento na área de ortopedia. No Brasil, a terapia por ondas de choque começou a ser utilizada em 1999, porém na Alemanha isto já acontecia há nove anos.

São máquinas de diferentes modelos, que tratam lesões musculares, tendinosas ou ósseas, de acordo com a intensidade da onda aplicada no local que está sendo tratado.

Em 2001, um grupo de médicos chamado Sociedade Brasileira de Terapia por ondas de choque promoveu cursos e participou de congressos, tudo com o objetivo de divulgar a técnica a ortopedistas, médicos fisiatras e médicos de outras especialidades.

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Como funciona o tratamento?

Apesar do nome, esta técnica não aplica choques no paciente. O que acontece é um impacto mecânico na região tratada. São ondas repletas de energia mecânica, que penetram na lesão e provocam cavitação.

Isto quer dizer que há rompimento de microbolhas e surgimento de microrrupturas na área inflamada. Com isto, há liberação de antiinflamatórios locais e estimulação da microcirculação local.

É este aumento na circulação que aumentará o envio de nutrientes e levará à cura natural do processo inflamatório e degenerativo.

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A intensidade da energia

Como mencionamos acima, a intensidade da onda pode ser controlada. Se for de baixa energia, a terapia por ondas de choque é recomendada para produzir alívio da dor e relaxamento muscular. Nos casos de média energia há reparação dos tecidos e quando há alta energia ocorre estimulação óssea.

É importante frisar que as ondas mecânicas só atuam nos tecidos lesionados. Em tecidos normais elas não causam sintoma algum, muito menos prejuízo.

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Como é feito o tratamento?

Você já sabe como funciona o tratamento por ondas de choque. Porém, com certeza ainda há dúvidas sobre esta técnica. Continue lendo este texto para sanar as questões sobre a realização deste método.

A terapia por ondas de choque é feita em consultórios ou ambulatórios médicos. Normalmente o paciente não necessita de internação, muito menos de anestesia. Estas medidas podem ser necessárias nos casos de tratamento ósseo, mas o especialista é quem fará esta análise.

São realizadas de três a seis sessões, sempre com intervalo de uma semana entre elas. Cada sessão aplica duas mil ondas nos locais lesionados do paciente.

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As indicações deste tratamento

A terapia é indicada para portadores de lesões crônicas que não responderam bem a outros tratamentos. Também é recomendada para tendinites crônicas em trabalhadores e esportistas.

As primeiras indicações da terapia por ondas de choque aconteceram nos Estados Unidos e na Europa. São elas:

– epicondilite de cotovelo;

– fascite plantar (com ou sem esporão do calcâneo);

– tendinite calcária do ombro;

– pseudoartroses (fraturas que demoram a se consolidar).

Com o passar do tempo, mais indicações foram adicionadas às anteriores. Estas são tratadas na atualidade, juntamente com as já citadas.

– tendões cronicamente inflamados (tendinite do tendão de Aquiles, tendinite patelar, tendinite da fáscia lata do joelho);

– bursite trocanteriana;

– pubeíte;

– epicondilite medial de cotovelo;

– bursite de ombro.

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Terapia por ondas de choque na coluna

Contudo, este método está contraindicado para tratamentos de coluna, cabeça e tórax. O que pode ser feito é o tratamento de dores musculares na região cervical, mas que se irradiam para os ombros e também aquelas dores lombares irradiadas para as pernas e os pés.

Em doenças onde há formação de pontos de gatilho, a terapia é eficaz em desfazê-los, provocando alívio da dor e relaxamento muscular. Estes pontos são nódulos que se encontram nos músculos.

Estas novas indicações estão em análise e ainda não há estudos científicos que comprovem sua eficácia. Porém, os resultados clínicos obtidos até o momento são bastante bons.

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Resultados obtidos pela clínica

Segundo um estudo, nos oitocentos casos que a terapia por ondas de choque tratou desde 1999, para as mais variadas indicações, obteve-se de 65 a 75% de resultados positivos.

Isto quer dizer que houve desaparecimento da dor, reabsorção das calcificações e melhora dos movimentos das articulações. Nestas situações, os pacientes puderam retornar às suas atividades rotineiras normais, tanto profissionais quanto esportivas.

Contudo, é preciso salientar que a melhora não é imediata. Na maioria dos casos ela ocorre após quinze a vinte dias de tratamento. O prazo final médio de tratamento é de três meses, podendo ser repetido, se necessário.

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Há contraindicações?

Nem todas as pessoas podem se valer da terapia por ondas de choque. Estes grupos citados abaixo apresentam contraindicações relativas de fazer o tratamento:

– crianças;

– gestantes;

– portadores de problemas de coagulação;

– portadores de marca-passo;

– pessoas com arritmia cardíaca grave;

– pessoas que possuem tumores.

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Quais os cuidados necessários?

– Após a aplicação das ondas mecânicas, recomenda-se repouso de atividades esportivas até que o médico libere estes exercícios.

– Pede-se também que sejam feitas compressas com água quente ou gelo no local da aplicação. Este cuidado pode ser feito duas ou três vezes ao dia, por dez minutos.

– Também podem ser feitos alongamentos leves.

– É importante que o paciente mantenha-se em atividade rotineira: deve andar, dirigir e trabalhar normalmente.

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Há complicações?

A terapia por ondas de choque é um tratamento que pode causar dor nas primeiras aplicações. Isto se deve ao estímulo das regiões lesionadas. Porém, não há complicações relatadas sobre este método.

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O custo deste tratamento

O paciente que optar por este tratamento deverá desembolsar dinheiro para pagar as sessões. Isto porque os planos de saúde não contemplam e os médicos cobrarão de maneira particular todos os custos.

A justificativa é que a terapia por ondas de choque ainda não foi aprovada na relação de procedimentos médicos da Associação Médica de 2003, onde se fala deste recurso.

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As tendinopatias

Já que citamos as tendinopatias várias vezes durante o texto, vamos explicar a você o que elas são e também diversas formas de preveni-las.

Tendinopatias são lesões que acometem os tendões. Eles são estruturas formadas por colágeno e sua função é transmitir a força gerada no músculo para os ossos. A mais conhecida lesão nos tendões é a tendinite, onde há ruptura parcial ou total do tendão. Porém, o tipo mais comum é a tendinose, doença que está diretamente relacionada ao envelhecimento e ao comprometimento vascular.

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Tendinopatia em corridas

Normalmente as tendinopatias acontecem em corridas, e as principais causas você confere abaixo:

– o tendão perde capacidade de suportar uma força de compressão;

– desequilíbrio muscular;

– baixa flexibilidade;

– desalinhamento das pernas ou dos pés;

– erro de treinamento (frequência, intensidade ou volume muito alto);

– uso de calçados inadequados durante a corrida.

Para prevenir estas complicações, é importante seguir algumas recomendações:

– faça alongamentos dos músculos e tendões dos pés, antes e também depois de correr;

– fortaleça sua panturrilha e a região anterior da perna;

– faça aumentos máximos de dez por cento na carga semanal de treinos;

– use palmilhas ou calcanheiras especiais (peça indicação ao ortopedista).

Ao retornar às corridas, depois do tratamento da tendinopatia, atente-se para estas condições:

– o retorno só poderá acontecer após fortalecimento da musculatura;

– não devem ser percebidas dores nem inflamações;

– a panturrilha também precisará ser fortalecida, para que não haja esforço excessivo do tendão;

– os músculos devem ser alongados, especialmente os isquiotibiais (que formam as coxas e são responsáveis pela flexão do joelho);

É importante retornar somente após quantificação de força e equilíbrio com teste isocinético feito em clínica. Se houver alta, as corridas podem ser realizadas.

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Tendinopatia no punho – uso do mouse

Nos casos de tendinite no punho, podem ser tomadas providências durante o uso de computador, especialmente no que se refere ao mouse.

– seu uso incorreto pode gerar desconfortos musculares e também nos tendões do antebraço (parte entre o cotovelo e a mão);

– mouses que não estejam em bom funcionamento não devem ser utilizados;

– o cotovelo deve ser mantido apoiado, com uma boa distância do corpo;

– o punho sempre fica apoiado, evitando esforço da musculatura superior;

– faça pausas e também alongamentos sempre que sentir necessidade;

– o mouse deve se movimentar somente em formato de cruz (de cima para baixo e também de um lado para outro). Qualquer outro movimento que implicar angulação entre a mão e o punho pode ser prejudicial.

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Prevenção de tendinopatias em tênis de quadra

As corridas e o uso do mouse são mais frequentes, mas também podem existir tendinopatias em atletas praticantes de tênis de quadra. As prevenções para eles você lê abaixo:

– para evitar lesões na panturrilha, alongue-se antes e depois do jogo;

– faça reforço muscular nesta região;

– procure um médico se sentir dor;

– não force em caso de dores. Se a dor for aguda, pare de jogar imediatamente e procure um ortopedista;

– prefira quadras de saibro em detrimento às quadras de cimento;

– faça musculação para os membros inferiores e superiores;

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Como prevenir lesões tendinosas em qualquer esporte

Se você não pratica corridas ou tênis de quadra, mas é atleta, pode se valer das seguintes recomendações para evitar lesões e outros problemas nos músculos, ossos e articulações:

– evite movimentos repetitivos;

– não realize atividades físicas sem orientação;

– beba bastante água;

– não se esqueça de alongar-se antes e depois do esforço muscular.

Ombro: Capsulite adesiva

A capsulite adesiva é conhecida por muitas pessoas como ombro congelado, essa é uma doença que causa uma inflamação na cápsula articular do ombro e com isso acontece uma dor seguida de limitação dos movimentos do ombro. O que causa esse problema, os demais sintomas e como tratar você vai aprender ao longo do artigo, por isso fique ligado para não perder nada, pois é muito importante aprender sobre algumas doenças e saber como cuidar e prevenir.

 

Essa é uma doença considerada como auto limitada, isso quer dizer que vai curar sem nenhum tratamento, mas até acontecer a cura a dor e a incapacidade de mover o braço é bem perturbadora. Além disso, a cura pode levar até 3 ano e a dor e limitações seguiram todo esse período.

 

Qual a causa?

 

A causa é um grande mistério, mas os médicos sabem que ela está relacionada à fatores genéticos e à reações auto imunes, mas a origem não é conhecida. Em uma reação auto imune o sistema de defesa do organismo, que geralmente protege de infecções, acaba atacando os tecidos normais por engano e isso provoca uma reação inflamatória.

 

É também de conhecimento que essa doença é mais frequente em pessoas com doenças hormonais como tireoide, por exemplo. Ela também ocorre em indivíduos que ficam com o ombro imobilizado por um período muito prolongado ou em pessoas com hérnia de disco cervical. O ombro congelado também pode ocorrer depois de uma lesão no ombro, cirurgia ou fratura.

 

Esse problema acontece com uma inflamação no tecido que reveste toda a articulação e como já vimos ela pode acontece sem nenhuma causa aparente. O interessante, e que você deve saber é que ocorre 3 diferentes fases e em cada uma delas existe uma característica diferente.

  • Fase inflamatória – é a primeira fase, ocorre quando a inflamação está apenas começando, o paciente sente uma leve dor, mas em alguns dias ou semanas a dor começa a aumentar e fica bem forte limitando alguns movimentos. Essa fase pode durar até 9 meses;

 

  • Fase de rigidez – é dessa fase que vem o nome de ombro congelado, acontece uma perda progressiva dos movimentos do ombro, algumas pessoas ainda sentem dor nessa fase, mas ela tem menor intensidade. A sensação é de ombro mais curto, não é possível alcançar locais altos e acontece a perda de movimentos de rotação. Essa fase pode durar até 12 a 18 meses.

 

  • Fase de descongelamento – na última fase a duração pode variar bastante, o movimento do ombro melhora aos poucos, e em alguns casos existe a perda final de 15-20% dos movimentos. Ou seja, em alguns casos a pessoa tem sequelas.

 

Diagnóstico e tratamento

Para fazer o diagnóstico não é complicado, o paciente procura rapidamente um médico por causa da dor que muitas vezes é bem grande. Assim que a pessoa procura o médico o diagnóstico já pode ser feito e ele não é complicado, na consulta o médico já faz um exame físico e história clínica. O médico também exclui a possibilidade de outras doenças como o a lesão do manguito rotador.

 

O diagnóstico é clínico e bem simples, não tem a necessidade de nenhum método de imagem para concluir o resultado do problema. Mas é claro que alguns médicos pedem exames complementares como raio-X, ressonância magnética, ultrassonografia. Esses exames vão afastar a dúvida de outras doenças que causa dor no ombro.

 

Assim que seu médico concluir o diagnóstico ele já passa para o tratamento, não existe necessidade de cirurgia, o tratamento é simples e conservador. O problema é que o tratamento de ombro congelado ou capsulite adesiva é lento e por isso frusta bastante o paciente. Os pacientes melhoram, mas o processo pode levar um bom tempo.

 

O primeiro objetivo do tratamento é diminuir a inflamação e a dor e ainda aumentar a amplitude de movimento do ombro. Na maioria dos casos é indicado um anti inflamatório para aliviar os sintomas, também é indicado fisioterapia, na verdade ela é a principal fase do tratamento, dessa forma o paciente irar recuperar o movimento e a função do ombro com mais rapidez.

 

O tratamento é diferente para cada pessoa, é preciso analisar a situação do paciente para criar um programa de treino certo para ele, geralmente eles são direcionados no sentido de conseguir relaxar os músculos e também diminuir a inflamação. Em alguns exercícios é usado o calor a favor para ajudar a alongar a cápsula articular e tecidos musculares do ombro.

 

Em alguns casos o terapeuta passa exercícios para o paciente fazer em casa, dessa forma o tratamento é mais rápido e o paciente melhora em poucos meses. Cerca de três a quatro meses já verá uma melhora significativa no movimento e função do ombro.

 

A cirurgia quase nunca é necessária, ela só será necessária em casos mais graves ou se o paciente não está mostrando melhora. A cirurgia é feita na fase certa, a fase aguda da inflamação deve ser evitada, deixando para fazer a cirurgia na fase de rigidez. O correto é fazer pelo menos três meses de alongamento antes de decidir fazer a cirurgia, se o seu médico não esperou esse tempo e já indicou a cirurgia é melhor ficar atento.

 

Também existem diversos tipos de procedimentos cirúrgicos e o médico deve observar o mais indicado para você. O mais comum e recomendado é o chamado procedimento de liberação artroscópica, ele é feito por artroscopia e permite que a cápsula espessada seja liberada com isso a melhora dos movimentos é imediata. Depois da cirurgia o paciente também precisa de alguns cuidados como realizar alongamento de forma intensiva, sozinho ou com o auxílio de fisioterapeutas.

 

Como você observou, o tratamento e até a cirurgia é bem tranquila, por isso se você apresentar o problema não fique com medo ou apreensivo com a doença. Essa é uma doença que muitas vezes causa medo por causa da dor e deixa o ombro rígido, mas fazendo o tratamento certo e procurando ajuda logo no início você vai perceber que a capsulite adesiva não é nenhum bicho de sete cabeças.

 

Fique de olho sempre em nossas dicas, elas podem te ajudar bastante, você também pode aprender um pouco mais e até aconselhar um amigo ou parente que apresente os sintomas. Não deixe de comentar falando o que achou e se existe alguma dúvida.

 

 

 

 

 

Aprenda mais sobre dores nas costas (lombalgia)

Quais os sintomas da Lombalgia?

As lesões nas costas, ou lombalgias, tendem a aparecer entre os 35 e 45 anos em pessoas que ainda estão ativas, mas não estão em forma. A lesão pode manifestar-se de diversas maneiras e afeta a parte inferior das cotas com mais frequência. Um problema nas costas pode apresentar-se como uma dor surda ou um fincada dolorosa, ou ainda apresentar-se como uma sensibilidade ao toque.

Pode haver rigidez na parte inferior das costas ou ainda, o paciente pode sentir dor e / ou dormência irradiando na parte de trás e indo em direção as costas.

Uma pessoa pode suportar o desconforto e as dores nas costas durante todo o dia, enquanto outras podem se sentir bem pela manhã e passarem a sentir dores com o passar do dia. Alguns pacientes constatam que suas costas doem mais em certas posições, como quando estão curvados, sentados por um longo período de tempo ou caminhando.

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O que causa dores nas costas

4 entre 5 pessoas irão experimentar dores nas costas em algum ponto da vida. Mecanismos corporais deficientes (como curvar a cintura quando está levantando algum peso) são normalmente contribuintes para diversos tipos de dores de costas. Sentar por um longo período de tempo também pode provocar uma pressão excessiva na espinha que resulta em lesão.

Um grande número de pessoas machuca suas costas no trabalho. Qualquer ocupação que envolva se curvar, levantar peso, sentar, ficar de pé por muito tempo, ou movimentos repetitivos pode fazer você vulnerável a uma lesão se você não está em forma. Em casa, segurar crianças ou outra carga pesada repetidamente ou impropriamente pode causar uma lesão.

Enquanto muitas pessoas culpam sua dor por uma escorregada, torção ou o carregamento de alguma carga pesada, a dor nas costas pode, geralmente é um acúmulo de anos de movimentos defeituosos e pequenas irritações à coluna vertebral. Pouca flexibilidade e falta de forma pode ser um dos principais contribuintes para a dor nas costas.

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O que devo fazer quando minhas costas doem

Evite atividades que possam agravar sua dor. Enquanto seu primeiro instinto pode ser voltar para a cama, pesquisas recentes indicam que continuar ativo pode ajudar na recuperação das dores nas costas. Repouso e inatividade por mais de dois dias podem na verdade serem prejudiciais, já que pode perder força, flexibilidade e resistência.

Tente esses primeiros socorros quando estiver com dor nas costas:

  • Mantenha a atividade física, mas tenha cuidado para evitar quaisquer movimentos que possam agravar a dor nas costas.
  • Tome anti-inflamatórios
  • Aplique gelo na parte de trás de 15 a 20 minutos por uma hora, três a cinco vezes por dia, para reduzir o inchaço, inflamação e dor.
  • Prossiga com exercícios de baixo impacto, como caminhadas ou hidroginástica.
  • Ao dormir, encontre uma posição confortável (talvez de lado, com um travesseiro entre os joelhos) e tente mantê-la

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Quando devo visitar um médico para tratar da dor?

Em 90% dos casos de pessoas com dores agudas nas costas, os sintomas tendem a desaparecer em algumas semanas. Seu médio pode recomendar intervenções especificas que possam acelerar a recuperação e poderá ainda sugerir medidas para prevenir a lesão.

Se você estiver seguindo as recomendações acima e a dor não diminuir após 4 ou 5 dias você deve avisar seu médico. Além disso, você deve informar seu médico imediatamente caso tenha dor que irradie pela perna, dificuldade para usar os membros, levantar dedos, fraqueza nos tornozelos, dificuldade de ficar reto, perda de controle da bexiga ou do intestino, formigamento na perna, dificuldade de ereção, infecção ou febre alta. Apesar de ser raro, dor nas costas pode indicar problemas mais sérios, então, qualquer dor que não esteja passado deve ser avisada ao médico.

No primeiro momento, seu médico pode prescrever remédios ou um programa de exercícios em casa, ou até mesmo transferir você para um fisioterapeuta para um tratamento mais intensivo. Em algumas situações que as dores nas costas não estejam passando, você também pode procurar tratamento com alguém com treinamento mais especializado , como um médico especializado em medicina do esporte, um fisioterapeuta, um especialista em dores crônicas ou até mesmo um cirurgião espinhal.

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Por que devo passar por exames?

Seu médico pode conseguir diagnosticar a causa da sua dor nas costas, apenas obtendo um histórico médico detalhado e realizando alguns exames físicos. O médico pode questionar sobre seu modo de vida, ocupação, avaliar o seu padrão de movimento e postura, e determinar o que você estava fazendo quando a dor surgiu .

Para a dor lombar aguda, raios-x e estudos de diagnósticos geralmente não são úteis a não ser que um acidente sério ou um problema neurológico tenha ocorrido. Caso haja uma suspeita de lesão no disco, seu médico pode solicitar uma imagem por ressonância magnética (RM) se sua dor não estiver melhorando como o esperado.

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Que tipo de tratamentos são possíveis para dores nas costas

Seu médico pode recomendar que você consulte fisioterapeuta, ou um personal trainer qualificado, que inicie um regime de exercícios que acelere a recuperação e previna futuras lesões. Assim que a dor aguda diminuir, um regime de exercícios de alongamento, fortalecimento e estabelecimento são fundamentais para evitar lesões futuras.

Aqueles com dores persistentes podem encontrar alivio com injeções de cortisona ou anestésicos bloqueadores do nervo. Uma pequena porcentagem dos problemas nas costas requerem cirurgias.

Com o tratamento para a dor aguda, você deve notar alguma melhorar após duas semanas. Caso não haja melhora, modifique seu plano de tratamento ou considere outra terapia. Depois de 4 semanas sem progressos, exames são indicados. Mantenha em mente que lesões nas costas requerem tempo e dedicação para se curarem completamente. A chave para um tratamento de sucesso é a boa comunicação entre paciente, médico, terapeuta e qualquer outro profissional envolvido.

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A dor pode voltar?

Se você simplesmente enfrentar a dor e não mudar os maus hábitos que levaram à lesão, é provável que o problema volte a ocorrer. A prevenção é a principal no cuidado das costas, já que uma vez que você apresente um problema nessa aérea, você tem quatro vezes mais chances de sofrer novamente no futuro.

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Como prevenir a Lombalgia

 Condicione e fortaleça os músculos abdominais e as pernas para dar o maior apoio e flexibilidade para as costas. Exercícios fortalecem seu tronco e extremidades inferiores, o que ajuda a construir o apoio da coluna vertebral.

 Aprenda a se movimentar com segurança. Dobre os joelhos ao levantar, nunca a sua cintura ou as costas. Além disso, segure objetos perto de sua cintura. Articule- se e não se torça ao se mover. Quando tiver que pegar algo, chegue mais perto ou use um banquinho. Se você estiver executando alguma tarefa que exija movimentos repetitivos, faça intervalos.

 Avalie seu local de trabalho, em termos de tarefas realizadas e como ele se apresenta. Sua cadeira deve ter um bom apoio lombar se você fica sentando por muito tempo. Sempre estique-se e mude de posição se você está sentado ou em pé durante todo o dia. Organize seu local de trabalho-Telefone, computadores, arquivos, etc…-para que os movimentos da cabeça, ombros, pescoço e braços sejam mínimos. Você não deve ter que se curvar para a frente na sua superfície de trabalho.

 Mantenha um bom peso corporal. Ao transportar excesso de peso, especialmente em torno do abdômen, as tensões dos músculos podem colocar a coluna vertebral em estresse.

 Aprenda técnicas de relaxamento. O estresse emocional faz com que os músculos das costas fiquem tensos, o que pode resultar em espasmos dolorosos.

 Use calçados confortáveis. Saltos mais altos do que 1,5 polegadas jogam a bacia para a frente e podem machucar as costas. Seus sapatos devem apresentar um bom suporte e amortecimento.

Você sabe o que é a Síndrome da Fadiga Crônica?

Síndrome da fadiga crônica é uma doença complicada, caracterizada por fadiga extrema que não pode ser explicada por qualquer condição médica subjacente. A fadiga pode piorar com atividade física ou mental, mas não melhora com o resto.

 

A causa da síndrome da fadiga crônica é desconhecida, embora existam muitas teorias que variam de infecções virais a estresse psicológico. Alguns especialistas acreditam que a síndrome da fadiga crônica pode ser desencadeada por uma combinação de fatores.

 

Não nenhum teste único para confirmar um diagnóstico de síndrome da fadiga crônica. Você pode precisar de uma variedade de exames para descartar outros problemas de saúde que têm sintomas semelhantes. Tratamento para a síndrome da fadiga crônica centra-se no alívio dos sintomas.
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Sintomas da Síndrome da Fadiga Crônica

Síndrome da fadiga crônica tem oito  sinais e sintomas mais comuns, além do sintoma principal que é a fadiga ou cansaço extremo:
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Fadiga
Perda de memória ou concentração
Dor de garganta
Nódulos linfáticos no pescoço ou axilas
Dor muscular inexplicável
Dor que se move de um lugar para outro sem inchaço ou vermelhidão
Dor de cabeça de um tipo novo, padrão ou gravidade
Sono não reparador
Extrema exaustão durando mais de 24 horas após o exercício físico ou mental
Quando um médico
Fadiga pode ser um sintoma de muitas doenças, tais como infecções ou distúrbios psicológicos.
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Em geral, consulte o seu médico se você tem fadiga excessiva ou persistente.
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Causas da Síndrome da Fadiga Crônica

Os especialistas não sabem exatamente o que causa a síndrome da fadiga crônica. Pode ser uma combinação de fatores que afetam as pessoas que nascem com uma predisposição para a desordem.
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Alguns dos fatores que têm sido estudados incluem:
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Infecções virais. Porque algumas pessoas desenvolvem a síndrome da fadiga crônica depois de ter uma infecção viral, pergunta pesquisadores se alguns vírus podemdesencadear o distúrbio.
Os vírus suspeitos incluem vírus Epstein – Barr, vírus do herpes humano 6 e vírus de leucemia de rato. Nenhuma ligação conclusiva foi encontrada ainda.
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Problemas do sistema imunológico. O sistema imunológico de pessoas que têm a síndrome da fadiga crônica parecem ser prejudicado um pouco, mas não está claro se esta deficiência é suficiente para causar o transtorno.
Desequilíbrios hormonais. Pessoas que têm a síndrome da fadiga crônica também às vezes experimentam níveis sanguíneos anormais de hormônios produziram no hipotálamo, glândula pituitária ou glândulas supra-renais. Mas o significado dessas anormalidades é ainda desconhecido.
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Fatores de risco para desenvolver a síndrome

Fatores que podem aumentar o risco de síndrome da fadiga crônica incluem:
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Idade. Síndrome da fadiga crônica pode ocorrer em qualquer idade, mas mais comumente afeta as pessoas em seus 40s e 50s.
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Sexo. Mulheres são diagnosticadas com a síndrome da fadiga crônica muito mais frequentemente do que homens, mas pode ser que as mulheres são simplesmente mais probabilidade de relatar seus sintomas a um médico.
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Stress. Dificuldade de gerenciar o estresse pode contribuir para o desenvolvimento da síndrome da fadiga crônica.
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Complicações da Síndrome da Fadiga Crônica

Possíveis complicações da síndrome da fadiga crônica incluem:
Depressão
Isolamento social
Restrições de estilo de vida
Ausências de aumento do trabalho
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Diagnóstico da Síndrome da Fadiga Crônica

Não nenhum teste único para confirmar um diagnóstico de síndrome da fadiga crônica. Porque os sintomas da síndrome da fadiga crônica podem imitar a tantos outros problemas de saúde, pode ser necessário paciência enquanto aguarda um diagnóstico.
Seu médico deve excluir um número de outras doenças antes de diagnosticar a síndrome de fadiga crônica. Estes podem incluir:
Distúrbios do sono. Fadiga crônica pode ser causada por distúrbios do sono. Um estudo do sono pode determinar se seu descanso está sendo perturbado por distúrbios como apnéia obstrutiva do sono, síndrome das pernas inquietas ou insônia.
Problemas médicos. A fadiga é um sintoma comum em várias condições médicas, tais como anemia, diabetes e hipoatividade da tireóide (hipotireoidismo). Testes de laboratório podem tirar o seu sangue para provas de alguns dos principais suspeitos.
Problemas de saúde mental. A fadiga também é um sintoma de uma variedade de problemas de saúde mental, tais como depressão, ansiedade, transtorno bipolar e esquizofrenia. Um conselheiro pode ajudar a determinar se um destes problemas está causando sua fadiga.

Critérios de diagnóstico

Para conhecer os critérios de diagnóstico da crônica de fadiga síndrome, você deve ter uma inexplicável, fadiga persistente durante seis meses ou mais, junto com pelo menos quatro dos seguintes sinais e sintomas:
Perda de memória ou concentração
Dor de garganta
Nódulos linfáticos no pescoço ou axilas
Dor muscular inexplicável
Dor que se move de um lugar para outro sem inchaço ou vermelhidão
Dor de cabeça de um tipo novo, padrão ou gravidade
Sono não reparador
Extrema exaustão durando mais de 24 horas após o exercício físico ou mental
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Tratamento da Síndrome da Fadiga Crônica

O tratamento para a síndrome da fadiga crônica centra-se no alívio dos sintomas.

Medicamentos

Como síndrome da fadiga crônica afeta pessoas de muitas maneiras diferentes, seutratamento vai ser adaptado ao seu conjunto específico de sintomas. Alívio dos sintomas pode incluir certos medicamentos:
Antidepressivos. Muitas pessoas que têm a síndrome da fadiga crônica são igualmente deprimidas. Tratamento da sua depressão pode tornar mais fácil para você lidar com os problemas associados com a síndrome da fadiga crônica. Baixas doses de alguns antidepressivos também podem ajudar a melhorar o sono e aliviar a dor.
Pílulas para dormir. Se as medidas em casa, tais como evitar cafeína, não ajudálo a descansar melhor durante a noite, seu médico pode sugerir tentando soníferos prescrição.

Terapia

O tratamento mais eficaz para a síndrome da fadiga crônica parece ser uma abordagem em duas vertentes que combina ajuda com um programa de exercícios suaves e ajuda psicológica.
Aumento gradual do exercício. Uma fisioterapeuta pode ajudar a determinar que tipos de exercícios são os melhores para você. Pessoas inactivas muitas vezes começam com amplitude de movimento e alongamento exercícios para apenas alguns minutos por dia.
Se você está exausto no dia seguinte, você está fazendo demais. Sua força e resistência irão melhorar como você aumentar gradualmente a intensidade do seu exercício ao longo do tempo.
Aconselhamento psicológico. Falar com um conselheiro pode ajuda você descobrir opções para contornar algumas das limitações que a síndrome de fadiga crônica impõe à você. Sentindo-se mais no controle da sua vida pode melhorar dramaticamente sua perspectiva.

10 dicas para aliviar as dores nas costas

 

Ter dor é muito ruim, não importa o local, as dores são sempre chatas e incomodam muito. Mas as dores nas costas muitas vezes parece a prior delas, ela incomoda mais, às vezes dói quando está em pé, dói quando senta, dói quando está deitado. Muitas vezes a dor não passa e dependendo da posição a dor complica. Se você está com dores nas costas e ainda não sabe qual o problema é importante procurar um médico.

A dor nas costas pode ocorrer por diversos motivos e se ela está incomodando há um tempo não deixe de procurar ajuda, muitas vezes o problema pode agravar se você não procura um médico rápido e ter um diagnóstico. O tratamento para a dor nas costas vai ser diferente dependendo da situação do paciente e do problema, mas podemos te ajudar dando dicas para minimizar o problema.

Mesmo assim é muito importante procurar um médico, o que vamos indicar aqui só vão aliviar o problema por um tempo, não vão curar e tratar. Por isso que voltamos a insistir que você não só precisa como também deve procurar um especialista. O tratamento pode ser até mais simples se você descobrir a causa no início, em alguns casos a demora pode ser tão grave que o problema pode ser resolvido apenas com uma cirurgia.

Dicas para aliviar as dores

Nunca tome remédio sem prescrição médica, você pode tomar um remédio para aliviar a dor, mas nunca um antibiótico ou remédio que precisa de receita. Não vamos indicar aqui nenhum remédio para você, se a dor é intensa é melhor procurar um médico e ele receitará o que você precisa depois de fazer exames.

A PRIMEIRA DICA para você que está sentindo dor nas costas é relaxar a área e tentar se alongar, mas não esforce demais. A dor pode ter acontecido por causa de uma má postura, principalmente se você trabalha sentado o dia todo e não presta atenção na postura. Nesse caso se a dor acontecer, fazer um alongamento e relaxar é importante, assim que a dor aparecer tente levantar, andar um pouco e relaxar os músculos.

Você pode fazer alguns exercícios simples para minimizar a dor e até fazer ela desaparecer, são exercícios simples que não vão ocasionar nenhum dano a coluna. Mas é importante ficar atento, se a dor é muito forte e te impossibilita de fazer movimentos é melhor não se alongar e apenas relaxar. Tente deitar um pouco de forma que fique relaxado e mais tranquilo, a dor pode acontecer por causa de alguma tensão.

Vamos conferir alguns alongamentos que você pode fazer para melhorar a dor nas costas:

  • Alongamento lateral – Em pé, levante os braços e incline para um lado, você não precisa inclinar muito, fique nessa posição por 15 segundos e depois mude o lado e fique mais 15 segundo.
  • Alongamento da coluna posterior – Sentado coloque as pernas esticadas a sua frente, depois coloque um dos pés do outro lado perto do joelho. Seu joelho deve ficar levantado, apoie o braço na perna que está dobrada e vire para o outro lado colocando as mãos no chão. Fique na posição por 15 segundos e depois troque de lado.
  • Flexão de corpo para trás – De joelhos flexione o corpo um pouco para trás e faça esse movimento algumas vezes. Repita o movimento durante 30 segundos.

Essas são só algumas posições que você pode fazer para melhorar a dor na coluna, muitas vezes elas vão resolver e a dor que você estava por causa da má postura vai melhorar. Mas se depois desse relaxamento e alongamento a dor não melhorar ou minimizar é indicado não esforçar mais.

Aplicar calor é a nossa SEGUNDA DICA, é uma forma simples e rápida de minimizar e aliviar a dor que está sentindo. Para aplicar o calor coloque uma compressa morna na área da dor e deixe no local por 20 minutos. A temperatura alta é recomentada normalmente para aliviar dores nas costas, principalmente se a dor está localizada na parte inferior da coluna. Essa compressa vai ajudar a relaxar os músculos e aliviar a tensão que pode estar causando a dor.

Se a compressa de calor não funcionar você pode aplicar compressa fria, e essa é a nossa TERCEIRA DICA. As compressas de gelo ajudam a aliviar as dores relacionadas à inflamação como artrite, além disso o gelo ajuda a reduzir o inchaço de lesões caso tenha. Para fazer a compressa é bem simples, use uma toalha com gelo e aplique no local. Se você tiver os sacos de compressa será mais fácil, é só congelar e aplicar na área. Deixe por 10 a  15 minutos e repita quando achar necessário.

A massagem também pode funcionar, principalmente se você for fazer a massagem em lugares indicados. A QUARTA DICA é fazer massagem no local, tome um banho e relaxe, depois deite e deixe alguém fazer uma massagem no local com movimentos moderados e de baixa intensidade. É interessante usar creme ou óleo para facilitar a massagem, principalmente se essa pessoa não está acostumada. Mas você também pode procurar um profissional ou até mesmo sentar em uma cadeira massageadora.

A QUINTA DICA para você que vive sentindo dor nas costas é procurar um profissional para te ajudar a emagrecer. O excesso de peso pode estar ligado a suas dores nas costas, ele causa sobrecarga nas articulações, por isso emagrecer é uma opção para acabar com as dores. É interessante fazer uma reeducação alimentar para melhorar as dores ou até mesmo acabar com elas.

Nossa SEXTA DICA é descansar, a dor nas costas pode estar acontecendo porque você não descansa direito e não tem as horas de sono essenciais. Se a dor estiver incomodando durma deitado de lado com a cabeça apoiada no travesseiro. Tente dormir pelo menos 8 horas por dia para ficar bem descansado.

É muito importante também ficar atento na sua postura, essa é a nossa SÉTIMA DICA, você precisa estar alinhado com o eixo da cadeira, use também cadeiras firmes com descanso de braços, mantenha também os joelhos elevados. Essa é uma boa posição para você ficar e não irá afetar sua coluna, se não tem o costume de sentar dessa forma comece a melhorar a postura agora. Não é fácil e no início você vai perceber a mudança de posição algumas vezes, mas com o tempo você se acostuma e verá uma melhorar nas dores. Muitas vezes a dor nas costas é causada pela má postura e é por isso que você precisa ficar atento.

Se você já está com a idade avançada sabe muito bem que seu corpo está mais fraco e as quedas podem ocorrer, por isso é preciso de proteger para evitar as quedas e piorar as dores. Se você já está com dores nas costas e sofre uma queda a recuperação será mais demorada e você irá sofrer mais. Por isso é bom proteger contra as quedas que podem ocorrer até mesmo dentro de casa, retire tudo que pode atrapalhar e fazer você cair como tapetes e objetos pequenos no chão. Essa é a nossa OITAVA DICA para aliviar as dores e até mesmo evitar problemas maiores.

Nossa NONA DICA é mudar de posição com frequência, se você trabalha sentado e sente muita dor nas costas, levante e ande um pouco, isso vai aliviar a dor. Mudar a posição é importante para te ajudar a diminuir as dores e aliviar. Se trabalha em pé, sente algumas vezes, se trabalha andando muito, pare um pouco e descanse, mudar a posição é importante para aliviar a dor.

Para concluir, nossa DÉCIMA DICA é fortalecer os músculos do abdômen e da coluna, mas é importante procurar um médico para saber se você pode fazer exercícios físicos. Muitas vezes o exercício pode atrapalhar a dor, mas se for liberado para você, não deixe de fazer, elas vão ajudar a aliviar a dor e até prevenir

Agora que você já tem 10 dicas para aliviar as dores é só usar alguma delas para minimizar as dores que sentir na coluna. Não esqueça de compartilhar as dicas com outras pessoas pois ajuda muito.